BEM VINDO AO MUSEU VIRTUAL

BATA DO FEIJÃO ENTRE NO MUSEU

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BATA DO FEIJÃO ENTRE NO MUSEU

Galeria

HALL

Nessa antessala museu virtual da Bata do Feijão há elementos históricos e geográficos ancestrais das comunidades, em formato de mapas, textos e imagens. Há ainda vídeos da cerimonia com a participação dos atores sociais das comunidades.

SALA 01

Nesta sala está disponibilizada um pouco da historia dos povoadores das terras que compõem o município de Feira de Santana hoje: Os Índios – Payayá e Aimoré; Os Guedes e os Peixoto Viegas, além dos africanos que vieram compulsoriamente. Ainda nessa sala poderá ser conhecido o processo de escolha das terras que mais tarde se configuraram na ‘Estrada boiadeira’, e também a escolha e preparação da terra para a semeadura dos grãos de feijão. Proporcionando aos visitantes o conhecimento do espaço em que vive, com as suas potencialidades e usos. Podendo ainda saber quem foram os primeiros povoadores, Indígenas, africanos e europeus.

SALA 02

Esta sala possibilita o conhecimento dos critérios que fizeram a diferença na escolha da melhor localização para a comunidade do/para o gado. Proporcionará ainda, saber as formas e meios de semear, de acordo com os recursos naturais, que pode ser com as mãos, com os pés, com pequenas ferramentas ou com grandes máquinas. Conhecerá também as três principais formas de plantio do cereal, as quais obedecem um tempo, um lugar e ao  modo historicamente aprendido/ensinado, que pode variar de lugar para lugar, ou ainda permanecer como foi no passado.

SALA 03

Nesta sala está disponibilizadas possibilidades para os visitantes entenderem que a participação dos membros das comunidades na manutenção de uma estrutura produzida pelo grupo social a que pertence, contribui para a sustentação das condições de existência do grupo e de si mesmo. Ainda, perceberão que as estruturas de um contexto é composta pela forma/modelo das casas, das escolas, das igrejas, do modo de alimentar e dos demais modos de saber/fazer, os quais obedecem a um critério ancestral.

SALA 04

Esta sala possibilita aos sujeitos visitantes perceberem a necessidade da participação e do envolvimento solidário de forma ativa nas produções e nas práticas comuns à comunidade, as quais, para a sua continuidade, dependem dos sujeitos no seu processo de produção, seja ele tradicional ou mecanizado.

Assim, a efetivação das relações/interações dos sujeitos pela concretização de uma prática, que busca perpetuar, através do trabalho realizado, as relações do vivido tem a sua importância como elemento de amalgamento social.

A Solidariedade como cimento da consciência coletiva: As formas de plantio: tradicional/mecânica, os mutirões para produzir, para comemorar e na produção de bens comuns, e também na formação do sujeito solidário.

SALA 05

Esta sala oportuniza que os sujeitos/visitantes do nosso museu virtual da bata do Feijão, reconheçam uma parte da história da região, bem como sujeitos de transformação da realidade em que vivenciamos. Poderão ainda perceber que o consumo, ou a alimentação de um dado grupo social, se constitui em muito mais que um mero ato fisiológico de cada um, mas também, um ato social e cultural e agregador. Daí que alimentação transcende o Fisiológico, indo à construção de laços, onde comer é nutrir, é ligar e religar.  Aprenderá também que comer, alimentar, e nutrir são objetivos fisiológicos. Esses objetivos ganham força ainda maior, quando esse fisiológico transcende o seu objetivo e age como cimento de amalgamento social.

SALA 06

Nesta sala os visitantes terão acesso as letras e áudios dos cantos de agradecimento pelas boas colheitas, possibilitando aos sujeitos uma aprendizagem que pode ocorrer durante a realização das práticas comunitárias cotidianas, as quais evidenciam os conhecimentos adquiridos nas mesmas. O trabalho quando realizado com prazer torna-se uma atividade pouco desgastante e proporcionadora de ações e reações produtivas. Na Bata do Feijão ocorre o embalar dessas atividades com cantos que ilustram o dia a dia comunitário, bem como as reminiscências de tempos nem sempre exato quanto à criação ou duração. As cerimônias da Bata do Feijão sugerem o agradecimento ao divino às boas colheitas do ano e evidenciam que todos tiveram o necessário para a sua sobrevivência. A ‘ciência’ daqueles que conhecem as formas e meios de produção herdados dos seus antepassados, vem acompanhada de muita criatividade na composição das músicas que dão o ritmo ao trabalho e distrai os trabalhadores, bem como as pessoas que estão apenas ‘apreciando’ a Bata do Feijão. Os cantos de agradecimento proporciona um cotidiano musicalizado, onde aprender que a cultura de um grupo social assenta-se nas formas de interação/produção dos elementos que a compõe, e que pode estar relacionada com os seus ‘divinos’.

SALA 07

Nessa sala oportunizaremos aos visitantes quais as práticas e instrumentos que podem possibilitar a Escola juntamente com a comunidade, a construção de meios que aproximem a instituição escolar da comunidade, disponibilizando aos professores e alunos perceberem-se membros ativos, participativos e conscientes das suas condições de existência. Partimos da premissa de que umadas funções sociais da escola ocorre quando a mesma se dá conta de que se faz necessário os ‘ajustes tecnológicos’, nos instrumentos de formação de cidadãos, conscientes da sua condição de sujeito ativo da comunidade que faz parte, até então utilizados. Fica difícil se conceber uma experiência pedagógica “desculturizada”, em que a referência cultural não esteja presente. Escola e Dessa forma, a participação e envolvimento institucional no cumprimento das suas funções sociais, a coloca como instrumento principal de difusão dos saberes e fazeres de um grupo social, e que essa relação é fundamental e necessária.